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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Como LostBlade Conheceu e Se Apaixonou Por Roxanne? - Minhas fanfics e histórias

Hoje resolvi compartilhar com vcs algumas das histórias dos personagens q criei. Desta vez, a história será de 2 personagens q criei: LostBlade (filho do JetBlast) e Roxanne. (Já vou avisando que neste post pode ter algumas palavras de baixo calão, já que a história é voltada para as pessoas de 14 anos.) Bora lá!!


    Quinta-Feira. Penúltimo dia da semana. E o 2º melhor dia da semana. Ao menos, para LostBlade, pois a quadra estará livre pelo resto do dia. Toda Quinta-Feira, ele vai até a quadra e começa a treinar. E quando um de seus amigos está disponível, eles jogam uma partida. LostBlade estava entrando na quadra quando parou para ouvir direito um barulho familiar. Ao olhar para o centro da quadra, percebeu que havia alguém arremessando diversas vezes na sexta. Era uma garota, e ela acertava quase todas as vezes.
    LostBlade percebeu imediatamente quem era: era Roxanne, a loba novata, recém-chegada extremamente bonita. LostBlade ficou interessado e desceu até a quadra para conversar com Roxanne. Chegando lá, Roxanne sentiu sua presença e segurou a bola, fazendo o barulho das quicadas ecoarem por toda a quadra. LostBlade a cumprimentou e perguntou se podia tentar também. Roxanne cedeu a bola e LostBlade lançou a bola, acertando a sexta com precisão. - Hum. Foi boa. - Roxanne elogiou. LostBlade agradeceu e correu para buscar a bola.
    - Então, tá afim de uma partida de basquete? - LostBlade perguntou. - Claro! Por que não? - Roxanne aceitou. - Tá, mas já vou avisando que não vou pegar leve! - LostBlade brincou. Roxanne, do outro lado da quadra, o encarou e respondeu: - Nem se atreva a pegar leve comigo! - Bem em cima da quadra, havia uma máquina que soltava a bola depois de 10 segundos. A máquina soltou a bola e o jogo começou. Os dois avançaram na bola, mas foi LostBlade quem pegou a bola primeiro. O lobo começou a correr em direção à sexta, mas Roxanne foi mais rápida e alcançou o lobo. LostBlade ficou quicando a bola e usando o braço para manter Roxanne afastada.
    Aproveitando-se do momento, LostBlade correu para os lados, tentando chegar mais perto da sexta, mas Roxanne não se aproximava da sexta. Quando LostBlade pulou para arremessar, Roxanne o puxou pela cintura, deixando o lobo desconcentrado. Mas ainda assim conseguiu arremessar e, por sorte, ele acertou a sexta marcando 2 pontos. Roxanne , percebendo o que fez, afastou-se imediatamente, sentindo-se constrangida. O lobo também estava perdido depois daquilo. - Então, eu acho que agora é 2 a 0. - Roxanne comentou. Aquele comentário trouxe LostBlade de volta à realidade, e ele concordou.
    Roxanne buscou a bola e a colocou num tubo que sugou a bola e a levou diretamente para a máquina, que por sua vez segurava a bola através de um "raio de distorção gravitacional". Depois de 3 segundos, o placar ligou e marcou "2:0", ao mesmo tempo que a máquina soltou a bola. O mesmo processo se repetiu, com algumas exceções. A partida durou muito mais tempo e, desta vez LostBlade estava tendo mais dificuldade para manter posse da bola. Parecia que Roxanne havia se aperfeiçoado muito de um segundo para o outro. O que pareciam segundos foram, na verdade, minutos.
    Depois de supostos 30 segundos (resultado em 15 minutos), Roxanne conseguiu arremessar a bola e, por pouco, conseguiu marcar 2 pontos. O placar marcou "2:2". LostBlade colocou a bola no tubo e correu para o seu lado da quadra. 3 segundos depois, a bola foi solta e o 3º round começou. LostBlade estava tão acostumado a jogar com o cronômetro marcando 24 segundos que, quando percebeu que o cronômetro não estava ligado, o tempo ao seu redor pareceu ter atrasado. O que pareciam apenas minutos fora, na verdade, o dobro. Sentiu-se estranhamente mais calmo, como se seu corpo tivesse relaxado.
    Ainda mantendo posse da bola, ele começou a correr em disparada contra a sexta, dando um pulo e lançando a bola. Quando a bola saiu de sua mão, LostBlade pensou ter visto raios saindo de sua mão e se conectando com a bola, mas ao piscar, não haviam mais raios. Estava desfocado e embora sentisse a bola leve, seu arremesso foi fraco, o que não era natural. Vendo aquilo, começou a se castigar, mas logo percebeu que tinha acertado. O placar marcou "4:2" no exato momento em que Roxanne colocou a bola no tubo. 3 segundos depois, o 4º round começou. Roxanne avançou e pegou a bola, avançando aos poucos contra a sexta de LostBlade, que por sua vez tentava bloquear a chegada e a visão de Roxanne. Depois de muita luta, Roxanne conseguiu se aproximar o suficiente da sexta e arremessou, que com muito custo, entrou na sexta.
- Você é f*dida de tanta sorte! Cacete! - LostBlade comentou incrédulo. - Que sorte o quê! Aqui é habilidade! - Roxanne brincou. LostBlade não sentia tanta adrenalina a um bom tempo. O lobo sentiu falta disso. Quando o placar marcou "4:4", houve um blackout. A quadra se encontrava escura, sem um único sinal de luz. Quando LostBlade ligou sua visão noturna, sentiu algo prender-se em seu braço: Roxanne estava agarrada ao seu braço, com uma sensação de pavor incontrolável. Com muito cuidado, o lobo guiou a garota até o portão da quadra, onde os dois conseguiram abrir e sair da quadra. Já era noite e nem perceberam. O que iluminava a escola era a luz da lua cheia. LostBlade olho seu relógio, que por sua vez marcava 08 e meia da noite.
    Roxanne ficou mais aliviada com um pouco de luz e afrouxou a pegada, deixando o braço de LostBlade menos tenso. Depois de caminharem um pouco, encontraram uma fila de alunos sendo guiados para fora da escola. "As aulas foram adiadas por causa do blackout." LostBlade pensou. Apesar de este fato garantir companhia, Roxanne não ficou menos tensa com isso. - Roxanne, por que quando deu o blackout, você ficou agarrada a mim desse jeito? - O lobo perguntou. - Vamos sair daqui e eu te conto o que quiser! - Roxanne respondeu desesperada. 2 minutos depois, eles estavam sozinhos. Pararam no bosque e armaram um acampamento para descansarem um pouco até a energia voltar. "A energia não vai voltar tão cedo." 
LostBlade pensou.
    - Roxanne... - LostBlade chamou-a enquanto acendia a fogueira. Ela olhou para cima, curiosa, fitando o lobo nos olhos. - Por que quando a energia caiu, você se agarrou a mim daquele jeito? - LostBlade perguntou. Diante daquela pergunta, Roxanne voltou a olhar para baixo, seu rosto demonstrando tristeza. Então ela começou a falar : - Eu venho de uma família rica, então minha vida sempre foi sem graça. E o que me piorou foi uma nictofobia que eu desenvolvi recentemente. Fora que sempre fui tímida e nunca consegui me enturmar com outras pessoas. E apesar de eu ter desenvolvido habilidades extremamente raras como transmutação e transformação em diferentes raças e lendas, nunca desenvolvi visão noturna como todos os lobos e como meus pais, que são Lobos do Inverno. - "Nictofobia. Cacete..." LostBlade pensou.
    O lobo ficou pasmo diante de tudo aquilo. Não sabia o que dizer com relação àquilo. Antes que pudesse dizer alguma coisa, Roxanne concluiu: - Você foi o primeiro mobiano que eu consegui me enturmar. Se é que isso é enturmar. Você é diferente dos outros. - A fogueira, já pronta, iluminava o acampamento, e seu fogo não escondia o rosto de Roxanne, que por sua vez estava vermelha. Ao bater meia noite, os 2 foram dormir na barraca. Não fazia frio. Eles poderiam dormir confortavelmente. Antes que LostBlade conseguisse pegar no sono, sentiu Roxanne se agarrar ao corpo do lobo. Apesar de ser rápida e estratégica, estava claro que a loba se sentia insegura ao dormir fora. Rapidamente, LostBlade pegou no sono. Amanhã é um novo dia...



Tenho uma continuação dessa história, mas é provável que eu vá postar no Domingo, já que a continuação também é bem longa. Mas, por enquanto, é isso. Espero que tenham gostado e, falou. Soldados, vcs estão dispensados.

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Five Nights at Freddy's: O Terror Retorna (parte 2)

Vcs devem se lembrar da 1ª parte da minha fanfic de Fnaf, que postei no dia 1º de Setembro de 2019. A fanfic que me deu mais trabalho para fazer, pois desde que comecei a escreve-lo, embora na época estava viciado neste jogo famoso de horror point and click, tinha um bom tempo que havia terminado de ler o 1º volume do livro FNaF e não lembrava dos personagens direito. But guess what?!


                                                        WE ARE BACK!!!

Parte dois da minha primeira fanfic, galera. Bora lá...

...Mas o mistério estava apenas começando. Charlie não conseguia esquecer o que acabara de ver em seu estranho sonho. “- Agora é com vc, Charlie. Só vc pode nos libertar desta maldição. Destrua os nossos corpos metálicos e sirva 5 bolos para nós. Somente assim descansaremos em paz.” Era difícil acreditar naquilo. Parecia mais com um filme de ação e aventura, onde Charlie e o grupo eram os personagens principais destinados a salvar o mundo do mal que estava por vir.

Charlie comeu seu cereal com leite, pensando no que acabou de ver. Nunca tivera um sonho que previsse o que estava por vir, se é que aquilo era uma previsão dentro de sua mente. – Ei, Charlie... Qual o problema?

Charlie olho para frente assustada e viu o grupo inteiro observando – a. Ela negou problema algum, mas John a olhou desconfiado e disse:

- Você não engana a gente, Charlie. O que aconteceu durante a noite?

Ela notou que não havia outra opção e, então contou tudo que ela viu em seu sonho, detalhe por detalhe, tentando fazer com que todos a entendesse. Quando ela terminou, o grupo agiu como se fossem detetives designados a desvendar o significado do sonho de Charlie. – Será que vai acontecer de novo, o que aconteceu dois anos atrás? Se acontecer, não acho que seremos páreos para eles. Lembrando que Dave, ou melhor, William, agora é um animatronic extremamente perigoso, e seu irmão perdeu o controle do próprio corpo de metal. Você não disse que ele parecia distorcido em seu sonho? – disse John, raciocinando com uma memória que Charlie nunca o viu demonstrar.

- Sim, eu disse. – disse Charlie, esclarecendo toda a informação que poderia juntar em sua vasta memória. Não sabia onde o amigo queria chegar, mas notou que o grupo estava raciocinando de formas diferentes e que todas as formas levavam às mesmas perguntas: por que Charlie era a única que podia salvar todos os cinco espíritos? Por que ela tinha que destruir os animatronics construídos por seu tão querido pai? Eram sempre perguntas sem respostas. Estavam com dificuldades para desvendar tudo isso, até que Charlie pensou e chegou à resposta mais clara mais rápido que todos os seus amigos: ela era a única que tinha uma ligação muito mais forte, que todo mundo, com os cinco animatronics, depois de seu pai. Falou isso em voz alta de maneira que todo o grupo pudesse entender o raciocínio dela.

- Faz sentido! Só vc pode salvar – los devido ao seu enorme amor por eles, principalmente pelo seu irmão mais novo!!!! – disse Caltron, parecendo que o que Charlie disse tivesse esclarecido toda sua mente e facilitado para resolver todo o mistério. Para chegarem mais afundo, eles recolheram todos os seus equipamentos de acampamento, entraram no carro de John e partiram para a cidade de Hurricane. – Alguém tem uma ideia de onde podemos coletar informações para resolvermos o mistério? – perguntou Jéssica. Charlie solicitou a delegacia, mas John disse que tinha uma casa abandonada que tinha um livro explicando tudo o que aconteceu nos últimos dias. Caltron perguntou como ele sabia disso tudo e John respondeu que ele já foi lá uma vez em busca de respostas para os animatronics terem tentado mata – los dois anos atrás. Charlie sentiu – se mais confiante e disse: - Muito bem! Vamos lá!!...

Bem pequena, eu sei mas estou começando a escrever a minha primeira fanfic, então acho que devo começar escrevendo coisas pequenas, mas eu tive de me inspirar muito nos livros de FNAF para escrever isso tudo. A terceira parte tá no meu outro PC, que por sua vez estragou e agora não liga mais. Mas vou concertar aquela maldição e vou voltar com a terceira parte tbm. É isso. Espero de coração que tenham gostado, um grande abraço e, falou...

terça-feira, 13 de abril de 2021

Wolfy Capítulo 1 - A Estreia

Eae galera!! Passando aqui pra dar outro aviso, mas desta vez, não vai para o "meu dia-a-dia", mas sim para o "Fanfics". Esse aqui vai ser outro aviso rápido, mas é bem empolgante. Bom, pelo menos, pra mim é empolgante. Eu criei uma série de apocalipse zumbi chamado Wolfy. E estou fazendo o capítulo 1: Ascenção. Ainda está em forma de gibi, por enquanto só tem 9 páginas, e os personagens ainda não estão prontos, ou seja, ainda não terminei de desenhar os personagens, o que significa que ainda há páginas onde eles estão em formato de esboço. Mas aqui vai um spoiler. Vai se passar no mundo da Penny Pig e no futuro. Geral passou no concurso pra Polícia Federal e, para não ter direitos autorais, alterei os nomes dos personagens. Mas vai rolar um apocalipse zumbi e eles vão ter que lutar pelas suas vidas. e já fiz o roteiro do 2º capítulo - Uma Delegacia Alterada -, então podem esperar por mais. Quando eu terminar de desenhar todas as atuais 9 páginas, ou seja, passar do esboço para o desenho final, eu vou postar um post com as 9 páginas e dar um gostinho para vocês do que está por vir. Então é isso. Espero que tenham gostado e, falou. Soldados, vocês estão dispensados.

Torment JetBlast

Vocês conhecem o Nightmare Sans? Ele é um Sans de um Universo Alternativo chamado DreamTale. Nightmare Sans é irmão de Dream Sans, que por sua vez é vangloriado, honrado e admirado, enquanto Nightmare Sans foi o que mais sofreu. Nightmare Sans sempre foi rejeitado pelo público, chamado de aberração, cretino, desgraçado, nojento e que ele nunca deveria ter existido. Triste, eu sei. Por conta disso, ele tocou na maçã dourada e, sem querer, quebrou o selo sagrado. Agora, ele é essa atrocidade mega foda.


Pois é. Eu resolvi fazer uma parada inspirada nisso. Como eu já contei no meu mais recente post da aba de Fanfics, eu tenho um personagem mobiano chamado JetBlast. E se esse personagem tivesse diversas dimensões e em uma delas existisse um JetBlast versão pesadelo? E é basicamente isso que vou fazer. Eu acabei de inventar essa história da versão pesadelo do JetBlast e vou contar pra vocês. O nome do personagem é Torment JetBlast e ele é irmão de outro personagem que eu criei chamado Relief LostBlade. Traduzindo pro Português, seria Tormento JetBlast e Alívio LostBlade. Mas em inglês é melhor e mais legal. Então, bora lá!!


    Torment JetBlast é um garoto de 14 anos que sempre foi agredido, humilhado e odiado por todos. Tinha inveja de seu irmão Relief LostBlade, mas tinha orgulho de sua função: instalar a paz e acabar com pessoas que praticam o mal. Mesmo executando atos heroicos e salvando pessoas, todos o odeiam e desejam a morte dele. Mas sempre que é agredido por pessoas melhores que ele, Torment JetBlast era defendido com argumentos e punhos por Relief LostBlade.
    Lá no fundo, sabia que ainda era amado, mas sua tristeza era maior que sua alegria. Queria ser amado por mais pessoas. Mas mantinha a mente sã. Mas um dia, algo terrível aconteceu. Torment JetBlast (TJB vamos chamar assim) estava caminhando pelos campos quando ouviu gritos vindo da cidade. Correu pra lá e percebeu que um criminoso sujou tanto sua alma com crimes que se transformou em um monstro, que por sua vez estava atacando seu irmão.
    Relief LostBlade (RLB vamos chamar assim) tentou argumentar contra o criminoso, mas sua alma estava tão suja que nem se importava se estava matando RLB ou TJB. E nem os golpes de RLB surtiam efeito no monstro. Somente uma arma podia matar o criminoso. TJB correu em direção ao palácio e, na tentativa de salvar o irmão, TJB roubou uma espada sagrada, correu de volta para a cidade e, antes que o criminoso pudesse matar RLB, TJB decapitou o monstro.
    Mas logo percebeu o erro: somente o líder dos cavaleiros da guarda real podiam tocar na espada, ou seja, TJB quebrou uma regra sagrada que foi criada e seguida por séculos pelos seus ancestrais para salvar seu irmão. A espada começou a escurecer e tomar conta do corpo de TJB. TJB tentou pegar na mão do irmão, mas não conseguiu. Chamando seu irmão, seu coração foi escurecendo aos poucos, desesperado para se livrar daquilo. Todas as memórias que TJB tinha do público foi transformado em ódio, mágoa, tristeza, rancor, maldade, pavor, medo e insanidade.
    TJB não era mais o mesmo. Agora era um psicopata que se alimentava de sentimentos negativos e depressivos. Com um sorriso malicioso, TJB pulou tão alto e longe que parecia que tinha levantado voo. RLB correu para tentar alcançar o irmão, mas sem sucesso. Caiu no chão, chorando de dor, tristeza e ódio. Gritou com todos da cidade. Os chamou de monstros, vagabundos e que era culpa de todos eles que RLB perdeu o irmão. Nunca mais foi o mesmo. Não se importava mais com nada, nem com o mundo, nem com as cidades, nem consigo mesmo. Sua vida não tinha mais sentido, e TJB desapareceu para sempre. Até que um dia, algo o fez retornar.


Essa foi a história de Torment JetBlast. Espero que tenham gostado. Deixem nos comentários o que acharam, se devo escrever mais dessas histórias, etc. Depois vou fazer uma arte do Torment JetBlast e vou atualizar este post com a arte para vocês verem qual a visão que eu tenho do personagem. Enquanto isso, se vocês quiserem, façam animações dos personagens, criem histórias que deem continuação à esta história. Mas se forem fazer a animação, eu quero créditos, porque a ideia principal foi minha, guekeke! Então é isso. Espero que tenham gostado e, falou...

segunda-feira, 5 de abril de 2021

E Se JetBlast Estivesse em Undertale?

Quem me acompanha na Amino sabe que eu tenho um personagem chamado JetBlast. Mas eu comecei a me perguntar: e se JetBlast estivesse no jogo Undertale? E é esse conto que eu trouxe pra vcs. Avisando a todos que são fãs de Undertale e que estão lendo isso aqui: Para não ficar totalmente cópia de Undertale, eu vou substituir os corações por fogos e vou alterar os significados das almas (licença poética). Tá todo mundo pronto? Bora lá!!


                Capítulo 0: Nove almas

    Há muito tempo, houve uma guerra entre monstros e humanos. Os humanos, durante a guerra, fizeram parceria com os mobianos, que há muito viajaram no espaço-tempo e foram parar no mundo dos humanos. Depois de muito tempo, os humanos e mobianos enterraram os monstros no Subterrâneo do Monte Ebott.

    Anos depois, Oito humanos caíram. Seis morreram e dois sobreviveram. Lá, passaram a viver em paz. Mas um dia, uma nova alma estava para chegar.


                Capítulo 1: Uma conquista


    Um mobiano queria chegar no topo do Monte Ebott e descobrir a verdade por trás das lendas. O nome do mobiano era JetBlast. Após atingir o topo do monte, JetBlast olhou para baixo, no interior do Monte Ebott. Era uma grande queda. Antes de pular, ele olhou ao redor do monte e viu que havia uma forma de sair de lá caso ele quisesse deixar o monte.
    Ao ter certeza de sua segurança, JetBlast pulou. O que não lhe veio à cabeça é que JetBlast tinha Acrofobia (um medo incontrolável de altura). Sua adrenalina, que estava no auge, era tão grande que seu medo simplesmente sumiu.
    Ao atingir o chão, JetBlast olhou para os lados. Tudo estava escuro, exceto por uma espada de madeira jogada no chão. O cabo da espada tinha espaço para apenas uma mão de JetBlast. O mobiano agarrou e começou a explorar até que encontrou uma flor falante. Seu nome era Flowey. Ao ouvir tal nome, JetBlast pensou: "Flowey... Onde eu já ouvi esse nome antes?"
    Passado algum tempo, JetBlast começou a conversar com Flowey. De alguma forma, o mobiano só tinha conhecimento do L.O.V.E. Ele sabia que aquela sigla significava "Nível de Violência". Flowey estendeu uma semente para JetBlast e, por instinto, o próprio pegou sua espada e cortou a semente ao meio. Mas a semente cortada explodiu em sua cara e o mobiano foi lançado para longe. Flowey tinha, agora, uma aparência horripilante e psicótica e ela disse: - Seu idiota! Aqui é matar o morrer! Agora, vc será obliterado! - Logo, Flowey lançou várias sementes em JetBlast, mas o próprio esquivou-se de todas.
    Tirando sarro e irritando ainda mais Flowey, JetBlast disse: - Tu é muito lento, planta dos inferno!!! Quer tentar de novo, troxa? - Mas ao pronunciar tais palavras, Flowey desapareceu enquanto lutava para manter sua existência e, depois, uma mulher charmosa e elegante surgiu das sombras e se encontrou com JetBlast. A dama se apresentou como Toriel, A Guardiã das Ruínas. Os dois conversaram por um bom tempo e Toriel esclareceu sua história à JetBlast enquanto caminhavam até a entrada das ruínas, onde os dois tomaram consciência de que havia armadilhas escondidas como puzzles.
    Toriel, agindo naturalmente, pediu que JetBlast agarrasse sua mão. JetBlast seguiu o pedido e juntos completaram os puzzles. Adentraram a casa dentro das ruínas e, lá, JetBlast pôde se alimentar. Passado algum tempo, Toriel foi alertada de problemas ocorrendo em seu território. JetBlast ouviu tudo e disse:
- Calma aí! Você viu minha velocidade quando desviei das sementes daquele cretino ordinário! Eu posso ser útil! - Toriel sorriu para o mobiano e expos o problema. - Mas você só carrega esta espada de madeira. Contra o perigo que correrá lá fora, não posso deixar você me ajudar. - JetBlast olhou para sua espada. Era verdade.
    Contra inimigos, fossem eles fracos ou fortes, JetBlast não teria chance alguma com aquela espadinha de merda. Mas seu cérebro, funcionando a mil por hora, logo botou da boca pra fora: - Então me dê uma espada de metal! Já mexi com um facão que tinha o dobro do meu tamanho e o dobro do meu peso. Uma espada não seria nada! - Toriel, indecisa sobre tal pedido, comentou: - Eu vou te dar uma faca. Mas você não pode tentar completar os puzzles sozinho. Tem que me seguir. - JetBlast estampou um sorriso desafiador de determinação e concordou. Mas, inesperadamente e de repente, o peito de JetBlast começou a ficar vermelho e, então, surgiu um fogo vermelho. Imediatamente, Toriel alertou JetBlast: - A Alma Vermelha! Você adquiriu a Destreza!!


Ainda estou trabalhando nos capítulos 2 e 3, então por enquanto é isso. Espero que tenham gostado e, falou..

domingo, 1 de setembro de 2019

Five Nights at Freddy's - O Terror Retorna #fanfic parte 1




Oi galera, eu estou começando a me apresentar de forma diferente porque tenho um conto de terror para vocês. É uma fanfic do livro de Five Nights at Freddy’s. Essa fanfic é a parte 1, feita por mim mesmo. Então, fique aqui, se aconchegue em sua cadeira, sofá ou colchão e aproveitem.

      -Onde estou?  – Charlie se encontrava em uma sala escura. Não enxergava um palmo a sua frente e, estava sozinha. Suas pernas tremiam demais, e não conseguia se mexer de tanto medo. Era como se tivesse voltado ao passado e se encontrava na mesma caixa de fliperama da Freddy’s, se escondendo da terrível criatura metálica que, um dia, fora seus mascotes favoritos. Sua visão se adaptara à longa e temível escuridão e parara de tremer. Sentia seu coração desacelerar e ficar mais leve. Recuperara o fôlego e o equilíbrio e, junto disso, a consciência. Quando se virara e notara, o mundo inteiro em volta dela congelou: prendera-se na sala de peças e serviços, diante de 4 enormes e horrorosos animatrônicos, todos velhos e desmantelados. Eram como se fossem os primeiros modelos dos animatrônicos que seu pai construíra. Foxy era quem parecia mais normal e novo. Mas, de repente, os 4 se levantaram e caminharam em direção à Charlie com passos pesados e ruídos metálicos. Ela se espremera contra a parede e começara a chorar. Mas, então, algo completamente diferente ocorreu: Foxy se abaixara, agarrara a garota e a trouxe para perto, de modo que suas lagrimas pudessem escorrer pela carcaça velha e mofada. E então disse:
      - Não se preocupe, Charlote. Estou aqui, não precisa ter medo.
       Charlie abriu os olhos, ainda lacrimejando, e olhou para ele. Por uns instantes, ela ficou parada ali, encarando o robô. E então, em tom de como se não acreditasse, perguntou:
      - Papai? É você mesmo? ...


      “‘Fechado’ Eu não tô nem aí se tá fechado ou não!”, pesou Charlie ao lado de Jessica, Caltron e John. Estava determinada a entrar na nova pizzaria para instalar seus novos animatrônicos. Afinal, não ficou 2 anos em uma faculdade para no final não poder construir animatrônicos em suas pizzarias. E seu principal motivo era que aquela não era uma pizzaria qualquer: era a Pizzaria Freddy FazBear’s, a pizzaria de seu pai. Porém, sua barriga roncara tão alto que não só a fez voltar à realidade, como também notara que todos ouviram o ronco. Envergonhada e tímida, Charlie pegou a blusa e tentou esconder seu rosto, mas John a deteve e disse:
    ­¬ Ei, tive uma ideia! Que tal jantarmos na minha casa? Vai ter pizza de calabresa!
    ­¬ Boa!!! – disse Charlie levantando ânimo. Todos concordaram com a ideia e entraram no carro de John imediatamente e foram para casa.
Foi uma janta inesquecível, onde todos se divertiram, riram, brincaram, desestreçaram e encheram suas barrigas com uma deliciosa pizza de calabresa servida com os melhores ingredientes que um pizzaiolo poderia usar. Após a janta, Charlie e a turma se despediram do pai de John e foram embora, pois iriam aos campos acamparem juntos. Todos voltaram para suas casas, buscaram seus equipamentos de acampamento, reentraram no carro de John e foram para os campos. Charlie deitou – se e pensou, amanhã é um novo dia.
Mas a noite de Charlie não foi nada fácil, pois teve um sonho muito estranho, como se tivesse acabado de ser retirado de uma profecia antiga. Charlie estava caminhando por um corredor mal iluminado que parecia o corredor da Freddy’s, não, não estou em um corredor que se parece com o da Freddy’s. Eu estou no corredor da Freddy’s, pensou Charlie. Tinha razão era igual a tudo que ela se lembrava dos corredores da Freddy’s. Mas tinha uma coisa estranha acontecendo: quanto mais ela caminhava, mais parecia que não tinha fim. Depois de muito caminhar, ela encontrou o que parecia ser seu pior pesadelo e ao mesmo tempo sua maior alegria: ela encontrou aquele misterioso Freddy dourado parado em pé, encarando – a com aqueles buracos negros, sem olhos e sem vida. Ela não conseguia se mexer, até que o Freddy dourado caminhou diretamente a ela. Apavorada, Charlie caminhou para trás, mas caiu de bunda no chão que parecia mais um colchão de dormir. Quando Freddy chegou bem perto dela, pegou um papel recortado em formato de borboleta, colocou em cima de uma vasilha de tinta preto e laranja toda tampada, amassou–os, abriu seu punho metálico e de lá surgiu uma borboleta. Depois, sua mandíbula abriu e saiu de dentro uma luz. Charlie, curiosa demais para resistir, chegou perto da boca e enfiou sua cabeça dentro, mas perdeu o equilíbrio e foi engolida. Quando ela abriu os olhos, estava flutuando em um lugar branco, até que olhou para frente e viu seu irmão mais novo olhando para ela e sorrindo com aquele sorriso de sempre. O cenário mudou e ela se encontrava naquela época onde seu irmão ainda estava vivo. Os cenários foram mudando como se ela estivesse dentro de sua mente, vasculhando cada detalhe existente de sua memória, até que chegou no dia em que ela e sua turma estavam sendo atacados por Dave, e o Freddy dourado a protegeu. Mas dessa vez, Charlie viu algo que nunca tinha visto: seu irmão estava no lugar do Freddy dourado, empurrou Dave para longe da turma e demonstrou raiva de uma maneira que Charlie nunca vira antes. Então, um último cenário apareceu: foi o dia em que Charlie tinha sido raptada e levada para um restaurante que nunca tinha visto. Então apareceram todos aqueles horrorosos animatrônicos e o Freddy dourado distorcido. Mas dessa vez o Freddy dourado foi substituído por uma visão que se não fosse um sonho, Charlie estaria traumatizada e chorando sem parar: ela viu seu irmão preso por várias correntes, sangrando feio, sendo torturado a cada momento que aquele Freddy dourado se mexia. Ele gritava de dor e sangrava cada vez mais. Então, o cenário ficou preto, e depois um holofote ligou, mostrando as 4 cabeças dos clássicos animatrônicos e a cabeça do Freddy dourado. Cinco luzes surgiram das 5 cabeças e cegaram Charlie por 2 segundos e quando abriu os olhos, viu o espírito de seu irmão entre outros 4 espíritos olhando para ela. Então os 5 disseram:
- Agora é com vc, Charlie. Só vc pode nos libertar desta maldição. Destrua os nossos corpos metálicos e sirva 5 bolos para nós. Somente assim vamos descansar em paz.
Então Charlie acordou assustada e olhou para seu relógio: eram 07:00 AM. Um pouco mais aliviada, Charlie se trocou e saiu da barraca para comer o café da manhã com seus amigos. Mas o mistério estava apenas começando...


E então, curtiram? Esse é o meu primeiro fanfic de FIVE NIGHTS AT FREDDY’S, então espero que tenham curtido bastante. E eu vou ficando por aqui, um grande abraço e faaaloooooooooooooooooooooooooooooooooooooooouuuuuuuuuuuuuuuu...